O quarto e último álbum de fotografias do Chade, bem como os três anteriores, podem ser vistos aqui.
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sexta-feira, julho 25, 2014
terça-feira, julho 22, 2014
sábado, julho 19, 2014
sábado, julho 12, 2014
sexta-feira, junho 29, 2012
Pelas ruas de Veneza
terça-feira, junho 26, 2012
Mais Veneza
sábado, junho 16, 2012
terça-feira, maio 22, 2012
quarta-feira, outubro 05, 2011
Guadiana
Guadiana
(Rui Veloso canta Carlos Tê)
Corre nobre Guadiana
espelho de moura formosa
vai ficando uma ribeira
pela terra sequiosa
Nunca pensei assistir
à tua dor na charneca
és como um Deus a cair
Ante a barbárie da seca
Corre corre Guadiana
pela terra alentejana
pudesse eu dar-te esta canção
a vertigem dos caudais
dar-te o farto aluvião
das águas primordiais
E ver-te com dignidade
a correr entre os campos
como o rio que tem um caminho
desde o começo dos tempos
Ouve as pedras do teu leito
a pedir que não as deixes
ouve os barcos parados
ouve os homens ouve os peixes
Corre corre Guadiana
por essa terra raiana
que eu faço um apelo aos lagos
convoco nos céus as fontes
teço três meadas de água
dos fios perdidos nos montes

(Rui Veloso canta Carlos Tê)
Corre nobre Guadiana
espelho de moura formosa
vai ficando uma ribeira
pela terra sequiosa
Nunca pensei assistirà tua dor na charneca
és como um Deus a cair
Ante a barbárie da seca
Corre corre Guadiana
pela terra alentejana
pudesse eu dar-te esta canção
a vertigem dos caudais
dar-te o farto aluvião
das águas primordiais
E ver-te com dignidadea correr entre os campos
como o rio que tem um caminho
desde o começo dos tempos
Ouve as pedras do teu leitoa pedir que não as deixes
ouve os barcos parados
ouve os homens ouve os peixes
Corre corre Guadianapor essa terra raiana
que eu faço um apelo aos lagos
convoco nos céus as fontes
teço três meadas de água
dos fios perdidos nos montes

sexta-feira, abril 29, 2011
A Oriente
Abre hoje ao público a exposição de fotografia do meu amigo Manuel (Magalhães), que conheci numa viagem ao Nepal e Tibete.
As imagens cuidadas reflectem o arquitecto que é, o olhar atento, o casamento feliz entre a emoção e o rigor, entre a estética e a arte.
As imagens cuidadas reflectem o arquitecto que é, o olhar atento, o casamento feliz entre a emoção e o rigor, entre a estética e a arte.

Para ver até 29 de Maio no Museu do Oriente.
quinta-feira, abril 14, 2011
Fotografias dos gorilas
O álbum com uma selecção de imagens do workshop Gorilas está visível aqui ou a partir do link "Felinos e Gorilas", à direita, em Álbum de Fotografias.segunda-feira, abril 11, 2011
Fotografias dos felinos
O álbum com uma selecção de imagens do workshop Big Cats está visível aqui ou a partir do link "Felinos e Gorilas", à direita, em Álbum de Fotografias.sábado, abril 09, 2011
Jogar às escondidas

"Se eu não te vejo tu também não me vês!" parecem pensar os enormes gorilas quando se escondem atrás de umas folhinhas que lhes tapam os olhos deixando a descoberto o corpanzil.
Fazem-no sempre cometem alguma traquinice como quando olham para nós, agarram um pau, viram-nos as costas com ar aparentemente desinteressado e ... zás, o pau é disparado na nossa direcção.
Fazem-no também os mais jovens quando são intimidados por um macho dominante que se apoia nos 2 pés para mostrar tamanho e impôr respeito.
quinta-feira, abril 07, 2011
Bate coração
"Em Inglaterra?!?!" perguntaram, espantados, os amigos quando lhes disse que ia fotografar tigres e leões. E, sim, em Inglaterra, no Big Cat Sanctuary no condado de Kent. A reserva, que não está aberta ao grande público, trabalha num projecto de âmbito alargado que permite refrescar geneticamente os parques animais da Europa, Ásia e América. Os felinos, de linces e servais aos majestosos leões, estão em recintos suficientemente grandes para que possam andar e correr.
Para além das grades que os limitam ninguém passa, nem mesmo os tratadores. Entrar no santuário só por pedido ou em situações especiais como foi o workshop em que participei. Nunca tinha estado tão perto de grandes felinos. Tão perto que pude passar o dedo, rapidamente e ao de leve, pelo flanco de um leão e pela barriga de um leopardo das neves. Tão perto que tínhamos de ter cuidado com o sítio onde apoiávamos as mãos, de estar prontos a recuar rapidamente sempre que fosse necessário.
E assim passámos um dia inteiro ao lado de leões, tigres, pumas, leopardos, linces e servais que nos olhavam umas vezes indiferentes, outras irritados.
Pela nossa parte cumprimos o objectivo e o som mais ouvido era o click do disparador das máquinas fotográficas.
Vimos a agilidade de um puma (click), a doçura (aparente?) dos leopardos das neves, a raiva da pantera negra (click), a agressividade de alguns, contra nós (click) ou entre les próprios (click, click, click), o olhar azul de um tigre branco (click).
Espreitar a oportunidade, enquadrar , focar, disparar. Click, click.
Trocar de lente, modificar os ajustes da máquina. Click, click, click.
Ligar o flash para aquele brilhozinho nos olhos. Click, click.
Saltar para trás à ordem "Back! NOW!!"
E regressar ao click, click das máquinas que já se confundia com o bater do coração.
Para além das grades que os limitam ninguém passa, nem mesmo os tratadores. Entrar no santuário só por pedido ou em situações especiais como foi o workshop em que participei. Nunca tinha estado tão perto de grandes felinos. Tão perto que pude passar o dedo, rapidamente e ao de leve, pelo flanco de um leão e pela barriga de um leopardo das neves. Tão perto que tínhamos de ter cuidado com o sítio onde apoiávamos as mãos, de estar prontos a recuar rapidamente sempre que fosse necessário.
E assim passámos um dia inteiro ao lado de leões, tigres, pumas, leopardos, linces e servais que nos olhavam umas vezes indiferentes, outras irritados.Pela nossa parte cumprimos o objectivo e o som mais ouvido era o click do disparador das máquinas fotográficas.
Vimos a agilidade de um puma (click), a doçura (aparente?) dos leopardos das neves, a raiva da pantera negra (click), a agressividade de alguns, contra nós (click) ou entre les próprios (click, click, click), o olhar azul de um tigre branco (click).
Espreitar a oportunidade, enquadrar , focar, disparar. Click, click.Trocar de lente, modificar os ajustes da máquina. Click, click, click.
Ligar o flash para aquele brilhozinho nos olhos. Click, click.
Saltar para trás à ordem "Back! NOW!!"
E regressar ao click, click das máquinas que já se confundia com o bater do coração.
terça-feira, abril 05, 2011
Gorilas
O nome científico, gorilla gorilla gorilla, parece um grito de desespero lançado por alguém que tenha inesperadamente encontrado um impressionante animal, emergindo da floresta densa, impondo respeito com urros e pancadas violentas no peito.
Errado! O nome vem da palavra grega gorillai, que designa "tribo de mulheres peludas" pois foi isso que o navegador cartaginês Hannon pensou que fossem.
Errado! O nome vem da palavra grega gorillai, que designa "tribo de mulheres peludas" pois foi isso que o navegador cartaginês Hannon pensou que fossem.
Apesar do porte imponente e do ar ameaçador são, geralmente, pacíficos e, por isso mesmo, presas fáceis de caçadores furtivos. Polígamos, vivem em grupos liderados por um macho dominante, de dorso prateado, que é senhor absoluto do seu harem.
Essa supremacia e a ausência de competidores que os obriguem a lutar pela conquista das fêmeas é patente no desenvolvimento genital.E se é certo que tamanho não é qualidade, não deixa de ser bizarro que um corpanzil de quase 2 metros e 200 quilos esconda, literalmente, um pénis que nos momentos de euforia não passa de 3 cms.

quinta-feira, março 31, 2011
Don't run, whatever you do

My arms were already raised, making me look bigger. I turned to the lions showing that I had forward-fancing eyes, like them and all the predators. I tried to roar, but as always what came out was more of a pathetic whimper.
They were bouncing stiff-legged, getting incrementally closer and stopped when they were about 20 feet from me.

[...]
I took a step back. They came again.
They charged.
They ran past, close enough for me to reach out a hand and touch them, before I could even register that they weren't going to hit me.

[...]
At the vehicle I finally turned. Somehow all seven japanese had squeezed onto the seat at the backside of the vehicle (designed for three). Spiirubaagu had his video camera hanging loosely in his hand, lens cap on, a look of displeasure on his face.
[...]
As I staggered into my seat, wanting to cry and scream, he spoke:
"I'm sorry, but I wasn't able to get that the first time. Would you mind doing it again"?

Peter Allison
in Don't run, whatever you do
segunda-feira, março 28, 2011
Gatinhos...

Entre eles e nós não havia distância, apenas grades suficientemente largas para que por elas conseguíssemos passar a lente da máquina ou tocá-los com um dedo. Suficientemente largas para que eles pudessem arrancar esse dedo ou passar uma pata e rasgar um braço. Não o fizeram mas não deixaram de mostrar o que poderiam ter feito, destruindo uma manga de um braço que não se afastou a tempo, banhando alguns com jactos de urina.
Um dia especial no Wildlife Heritage Foundation Big Cat Sanctuary, com John Wright de Photographers on Safari.

domingo, março 20, 2011
Super lua

Nasceu ontem, 19 de Março, grande e rosada, a maior lua do últimos 18 anos. Incapaz de registar imagens decentes da magia do acontecimento ficam duas, acompanhadas pela Voz de quem tão bem a cantou. Para ouvir aqui.Let me play among the stars
Let me see what spring is like
On a Jupiter and Mars
In other words, hold my hand
In other words, baby, kiss me
Fill my heart with song
And let me sing for ever more
You are all I long for
All I worship and adore
In other words, please be true
In other words, I love you
Fill my heart with song
Let me sing for ever more
You are all I long for
All I worship and adore
In other words, please be true
In other words, in other words
I love ... you
Frank Sinatra
quarta-feira, dezembro 15, 2010
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